sábado, 18 de janeiro de 2014

Primeira ou terceira fila?

Ora nem mais! Independentemente das circunstâncias externas, que quase nunca podemos controlar, esta opção temos sempre: rir, nem que seja da "desgraça", ou "escolher a 3ª fila".

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Simplifiquem e pratiquem

Esta paixão de alguns anos, não esmorece com o tempo. Pelo contrário, renova-se a cada dia! Com o yoga tem sido assim. A cada dia que passa, a cada prática, sinto-me cada vez mais abençoada, por ter conhecido este caminho. 

Por vezes, é quando estamos mais na "mó de baixo", quando mais precisamos de fazer algo por nós, que temos menos vontade. Isso acontece comigo e vejo acontecer com muitas outras pessoas. Se estamos tristes, em vez de ouvirmos música alegre, ouvimos música que ainda nos põe mais tristes. Em vez de tentarmos pensar em coisas alegres, tendemos a pensar em tudo que de menos bom já nos aconteceu na vida e sentimo-nos uns "coitadinhos". Em vez de nos pormos a mexer, deixamo-nos dominar pela inércia, pela falta de vontade, que só nos levam cada vez mais para baixo. Quando mais precisamos fazer umas boas práticas, para arrumar a confusão interna, é quando menos praticamos. Num ou noutro momento, penso que isto já aconteceu com todos. Parece que há uma parte de nós que se alimenta das nossas emoções mais densas e até fica "contente" quando nós estamos tudo, menos contentes.

De que nos serve acumular ferramentas, se não as usarmos? Ele é workshops de meditação, de reiki, de yoga e mais mil e uma coisas que existem hoje em dia e que nem sei mencionar. Aprender é bom. Mas, em algum momento, vamos ter de escolher um caminho e seguir em frente sem olhar para trás. Senão, todas as coisas que aprendemos para o nosso auto-conhecimento e desenvolvimento enquanto seres, não passam de teoria. Não saem do domínio mental, nunca chegam a transformar-se em verdadeiro conhecimento, pois não são praticadas. 

Num dado momento da minha vida, tive de travar a minha curiosidade. Sempre fui "cusca", gosto de aprender sobre isto e sobre aquilo... Mas percebi que, tantas ferramentas dentro da mochila, só estavam era a entortar-me as costas e a abrandar o meu passo. Nestes últimos anos, em vez de acumular, dediquei-me a libertar pesos desnecessários. O yoga é mesmo o meu caminho.

Experimentem vários caminhos, até perceberem o vosso. Mas uma vez descoberto, sigam-no, sem distrações. Não queiram fazer tudo ao mesmo tempo, não queiram seguir todos os caminhos e mais algum, porque esse caminho, não leva a lado nenhum. Parece que andamos a fazer muito, mas não saímos do lugar. Simplifiquem...

Lembrem-se, seja yoga, ou outro caminho qualquer, o que importa, é passar da teoria, para a prática. Pratiquem, porque só assim verão os resultados, só assim aprenderão. E quando menos vos apetecer praticar, lembrem-se que, provavelmente, é quando mais precisam.








sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Já fomos e já viemos

Já fomos e já viemos. É hora de pensar no próximo! Os retiros passam rápido. Quando nos estamos a habituar, acabam.

Desta vez, estivemos na Quinta das Águias. Retiro no meio da natureza e "ao sabor" da natureza. Houve uma enorme tempestade na primeira noite, que nos deixou sem luz durante algumas horas. Mas apesar da trovoada, da chuva e do vento, que estiveram quase sempre presentes, foi um fim de semana bem aproveitado. Quem diz que não se pode passear à chuva? 

Foi bom ver que, dentro de cada um, o sol brilhava!

Obrigada a todos os que tornaram este retiro possível!






terça-feira, 7 de janeiro de 2014

De volta às práticas

Hoje, reiniciei as minhas práticas. Acabei o ano de 2013 a "apanhar na cabeça" e nas costas, o que me levou a parar um tempo. Uns dias antes do Natal, andava eu a fazer umas arrumações, quando o estendal da roupa decidiu fazer um salto em queda livre e aterrar na minha cabeça, com a força toda. Na altura, senti o pescoço contrair, mas não senti grandes dores. No entanto, nos dias que se seguiram, o pescoço queixou-se. Invertidas, nem pensar! Antes da passagem de ano, a passear as patudas, não sei como, dei um jeito nas costas ao puxar uma das trelas. Resultado, entrei empenada em 2014. O que vale, é que tinha tirado uns dias para descansar e passei o tempo a cuidar de mim. Ele era cataplasmas de gengibre, moxabustão, almofadinhas quentes, agulhas, emplastros, massagens e tudo o mais de que me lembrei. E assim, fui melhorando.

O resultado de tudo isto, é que decidi dar descanso ao corpo. Senti que era o melhor. Fazia só uns alongamentos muito suaves, uma espécie de "yoga fisioterapêutico", que me ajudava a soltar as costas.

Após mais de duas semanas com algumas limitações, voltar hoje às práticas "normais" foi fantástico. Que saudades tinhamos, eu e o meu corpo. Parece que o ouvia gritar, cá por dentro: "Uauuuu, que bom!!!!!!!!!". 

Como tudo na vida, também esta pequena lesão teve o seu lado bom. Estive sempre muito mais atenta à minha postura no dia-a-dia. Hoje, ao praticar, estava também muito mais atenta a todos os sinais do corpo, para perceber até onde podia ir. Dei graças a todos estes anos de prática e à incrível consciência corporal que o yoga nos dá, permitindo-nos escutar o corpo, perceber o que ele diz e dando-nos ferramentas incríveis para ir ao encontro das suas necessidades.

Durante estas duas (quase três) semanas, além da prática de yoga, abdiquei de todo e qualquer exercício físico. Antigamente, se calhar não há tanto tempo assim, isso seria impensável. Fiquei contente por ver que, desta vez, de livre e espontânea vontade, abrandei o ritmo. Já tive várias experiências que me mostraram que, parar, às vezes, ajuda-nos a ganhar tempo.

Oxalá algumas pessoas cuidassem tão bem do corpo, quanto cuidam dos seus automóveis! Afinal, corpo e carro, nada mais são que veículos. Mas o corpo tende a ficar esquecido tantas vezes... Já dizia o "outro": "Quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga!". E é bem verdade. Vejo tantas pessoas, até alguns alunos meus, que mesmo quando o corpo está a dar sinais de que precisa abrandar o ritmo, continuam como se nada fosse. Muitas vezes, o pretexto é: "não consigo parar" ou "não posso parar". É assustador. 

Lembrem-se: o nosso corpo é a ferramenta mais perfeita e maravilhosa que alguma vez teremos. Mesmo com os maus tratos que sofre, faz tudo para funcionar em equilíbrio. Mesmo quando todos os alarmes corporais tocam, dizendo que é hora de parar, o corpo continua a mexer, continua a servir-nos, dando-nos sempre o seu melhor. 

Tratem-no como ao vosso melhor amigo. Aliás, vejam-no como um dos vossos melhores e mais leais amigos. Ouçam o que ele vos diz. Respeitem-no. Não abusem. Não forcem. Se forçam, ele oferece resistência. Se seguem o seu ritmo natural, ele corresponde. Quando ele precisa parar, parem. Até porque, se o corpo tem de parar, é por alguma coisa "errada" que lhe fizemos. O mínimo que podemos dar em troca, é cuidado e carinho. 




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Estamos quase a chegar!

E é já amanhã que nos vamos retirar na Quinta das Águias. Estará um fim de semana de sol, pelo menos acima das nuvens. Água benta não falta, por isso, temos um retiro abençoado! Vai ser preciso mais do que a chuva, para nos impedir de aproveitar a Natureza. Se gostamos de apanhar sol, porque não também apanharmos chuva? Há quanto tempo não caminham despreocupados à chuva? Aliás, seria melhor perguntar, há quanto tempo não caminham vocês despreocupados? Este fim de semana, terão oportunidade para isso!
Há quase cinco anos atrás, foi assim...

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Último ásana do ano :)

Hoje dou-vos o último ásana deste ano. Chama-se Chaturanga Dandásana e é uma das posturas que mais fazemos, uma vez que faz parte da saudação ao sol.

Efeitos:
- fortalecimento dos braços e pulsos
- promove uma boa tonificação dos ógãos abdominais.


 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Parsvottánásana


Hoje, apresento-vos Parsvottánásana. Parsva significa "lado" e uttána significa "alongamento intenso". Mas, para além do alongamento intenso, este ásana tem outros benefícios:
- acalma a mente
- fortalece os órgãos abdominais
- melhora a digestão
- reduz as dores menstruais
- etc.